
O livro propõe uma tese ousada e fascinante: a de que as obras de Arthur Schopenhauer e Fiódor Dostoiévski, à primeira vista singulares e situadas em campos distintos – a filosofia e a literatura –, na verdade, em certo sentido, se encontram e se complementam. A autora não busca supor uma influência direta ou uma equivalência simplista entre o filósofo e o escritor criativo. Em vez disso, ela demonstra como os dois autores compartilham uma “tensão filosófica comum”, um incômodo visceral com o otimismo ingênuo que dominava o século XIX.
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